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Estima-se que uma em cada vinte pessoas enfrente algum tipo de transtorno alimentar, como anorexia, bulimia ou compulsão alimentar. Esse dado é preocupante, especialmente quando consideramos o impacto das redes sociais, dos padrões de beleza e da pressão social sobre os jovens — grupo mais vulnerável a essas influências.
Em 2022, ao buscar ajuda de uma nutricionista, percebi que minha relação com a comida não era saudável nem tranquila. Aprender a comer envolve planejamento, atenção consciente ao ato de comer e reconhecimento da saciedade. Como ser humano, lido com essas demandas de forma imperfeita, mas com dedicação diária, tornando isso um objetivo central do meu cuidado pessoal.
Prestar atenção ao ato de comer, perceber sinais de fome e saciedade e observar as sensações e emoções associadas a cada refeição são práticas fundamentais. Esse processo contribui para desacelerar a alimentação e cultivar uma relação mais saudável e equilibrada com a comida, promovendo bem-estar físico e emocional.
Cuidar da alimentação é também cuidar da saúde mental e do autoconhecimento, fortalecendo a capacidade de lidar com emoções e desafios do dia a dia.
Com carinho,
Natália Filomeno — Psicóloga clínica em Porto Alegre e Online.




