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Com o tempo, fui percebendo que nossa forma de nos expressar é um reflexo direto do quanto nos conhecemos.
Quando conseguimos nomear o que sentimos, a comunicação flui com mais nitidez, e as relações ganham espaço para crescer com respeito, afeto e verdade.
A maturidade emocional é um caminho cheio de tentativas, erros e aprendizados. Exige de nós paciência, presença e a disposição de olhar para dentro, mesmo quando é desconfortável.
No consultório, vejo todos os dias como pequenos ajustes na comunicação podem transformar vínculos: menos ruídos, mais conexão. Afinal, quando nos relacionamos com cuidado, abrimos espaço para que o outro também queira se aproximar.
Esse compromisso de me expressar com maturidade não se limita ao que digo, mas ao modo como escolho viver minhas relações. É sobre reconhecer limites, respeitar diferenças e permanecer disponível para o encontro genuíno.
E assim sigo — aprendendo, cuidando, ensinando e sendo ensinada. Porque, no fim, a vida é sobre a qualidade dos vínculos que construímos e o quanto conseguimos ser inteiros dentro deles.
Com carinho,
Natália Filomeno — Psicóloga clínica em Porto Alegre e Online.




